Nome científico: Hogna heeri (Thorell, 1875)
Nome comum: aranha-lobo de Heer
Descrição geral:
Tanto os machos como as fêmeas desta espécie podem medir entre 4 a 5 cm de comprimento pata a pata. Esta aranha é ágil e robusta possuindo o corpo acastanhado coberto de pêlos. Apesar de ter o sentido do tacto muito apurado, esta espécie depende muito do sentido da visão para caçar. Trata-se de uma excelente caçadora nocturna que se esconde debaixo das pedras durante o dia. Alimenta-se de pequenos invertebrados.
A aranha-lobo de Heer reproduz-se nos meses de Verão. Após a cópula, que costuma ser precedida por um ritual de acasalamento, a fêmea constrói um refúgio de seda onde faz a postura; a ooteca é presa às fieiras e carregada entre as patas posteriores. Ao nascerem, as crias sobem para o abdómen da mãe permanecendo aí até à primeira muda, depois dispersam e crescem independentemente até atingirem o estado adulto. Os hábitos de caçadora voraz da aranha-mãe não são abandonados apesar de estar coberta com as pequenas aranhas.
As crias não comem enquanto estão sobre a mãe, apenas bebem água do orvalho matinal.
A picada de uma aranha desta família provoca inchaço, dor suave e comichão.
Distribuição: endémica da Madeira, sendo comum no Paúl da Serra, Picos do Cidrão, Areeiro e das Torres.
Família: Lycosidae
Nome científico: Hogna insularum (Kulczynski, 1899)
Nome comum: aranha-lobo
Descrição geral:
Apesar de possuírem o sentido do tacto muito apurado, esta aranha depende muito do sentido da visão para caçar. É uma excelente caçadora nocturna que se esconde debaixo das pedras durante o dia. Este aracnídeo alimenta-se de lagartixas e invertebrados rastejantes.
O ritual de acasalamento, que ocorre nos meses de Verão, precede a cópula. A fêmea constrói um abrigo de seda e faz a postura; a ooteca é presa às fieiras e carregada entre as patas posteriores. Ao nascerem, as pequenas aranhas sobem para o abdómen da mãe permanecendo aí até à primeira muda, após a qual dispersam e crescem independentemente até atingirem o estado adulto. Apesar de estar coberta com as pequenas aranhas, a fêmea não deixa de caçar.
Enquanto estão sobre o abdómen da mãe, as crias não comem, apenas bebem água do orvalho matinal.
Os sintomas da picada de uma aranha desta família incluem inchaço, dor suave e comichão.
Família: Lycosidae
Nome científico: Hogna maderiana (Walckenaer, 1837)
Nome comum: aranha-lobo da Madeira
Descrição geral:
Os machos e fêmeas desta espécie podem medir entre 7 a 8,5 cm de comprimento pata a pata. O corpo, predominantemente castanho, possui bandas negras e alaranjadas nas patas. Esta aranha recorre ao sentido da visão para caçar apesar do seu apurado sentido do tacto. Durante o dia refugia-se debaixo de pedras, caçando preferencialmente à noite. A aranha-lobo da Madeira alimenta-se de lagartixas e de outros animais rastejantes, na sua maioria invertebrados. Pode ser encontrada na Laurissilva, em florestas exóticas de pinheiros e eucaliptos e no maciço montanhoso central dos 600 aos 1800 metros de altitude.
As espécies desta família reproduzem-se nos meses de Verão sendo a cópula precedida por um ritual de acasalamento. Após a cópula a fêmea constrói um abrigo de seda onde faz a postura; a ooteca é carregada entre as patas posteriores, presa às fieiras. Ao nascerem, as pequenas aranhas sobem para o abdómen da mãe permanecendo aí até à primeira muda, depois dispersam e crescem independentemente até atingirem o estado adulto. Apesar de estar coberta com as pequenas aranhas, a fêmea não deixa de caçar.
Ao contrário da mãe, as crias enquanto estão sobre o seu abdómen não comem, apenas bebem água do orvalho matinal.
Inchaço, dor suave e comichão são os sintomas resultantes da picada de uma aranha desta família.
Distribuição: endémica da Madeira.
Família: Lycosidae
Nome científico: Hogna schmitzi (Wunderlich, 1992)
Nome comum: caranguejeira
Descrição geral:
A fêmea da caranguejeira pode medir 9,5 cm de comprimento pata a pata enquanto que o macho 10,5 cm. O corpo é predominantemente castanho excepto as patas que são alaranjadas.
Apesar de possuírem o sentido do tacto muito apurado, esta aranha depende muito do sentido da visão para caçar. É uma excelente caçadora nocturna que se esconde debaixo das pedras durante o dia. Este aracnídeo alimenta-se de lagartixas e invertebrados rastejantes.
O ritual de acasalamento, que ocorre nos meses de Verão, precede a cópula. A fêmea constrói um abrigo de seda e faz a postura; a ooteca é presa às fieiras e carregada entre as patas posteriores. Ao nascerem, as pequenas aranhas sobem para o abdómen da mãe permanecendo aí até à primeira muda, após a qual dispersam e crescem independentemente até atingirem o estado adulto. Apesar de estar coberta com as pequenas aranhas, a fêmea não deixa de caçar.
Enquanto estão sobre o abdómen da mãe, as crias não comem, apenas bebem água do orvalho matinal.
Os sintomas da picada de uma aranha desta família incluem inchaço, dor suave e comichão.
Distribuição: endémica do Porto Santo (incluindo o Ilhéu do Ferro) ocorrendo desde a zona dunar até ao Pico do Facho.


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